cabo frio

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praia das conchas e peró

terça-feira, 3 de agosto de 2010

nem precisa comentar e so ler mesmo, este é o PT dos petralhas

Link Prefeitos da oposição denunciam: o governo do Estado estaria usando convênios feitos a partir do empréstimo de R$ 366 milhões, contraído junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), para beneficiar municípios administrados por partidos aliados e principalmente para favorecer prefeituras do Partido dos Trabalhadores (PT). Levantamento feito pela reportagem, a partir do cruzamento de informações do Diário Oficial com dados fornecidos pela Associação dos Municípios do Araguaia e Tocantins (Amat), revela que na região sul do Estado há indícios fortes de discriminação de prefeitos não alinhados ao governo. A análise dos convênios publicados e dos valores liberados mostrou que, dos 38 municípios associados à Amat, 31 tiveram convênios assinados e publicados antes do início da proibição por conta do calendário eleitoral. O valor total desses convênios somaria cerca de R$ 70 milhões. O governo liberou, até agora, 10% desse valor - cerca de R$ 7 milhões. O detalhe é que do total liberado, 86% foram repassados para cinco prefeituras do PT. Temendo represália, prefeitos ouvidos pelo DIÁRIO preferiram não ser identificados, mas afirmaram que há preocupação com esse padrão de distribuição dos recursos que, se for mantido, prejudicará cidades administradas por adversários políticos do governo. A suspeita é de uso eleitoreiro do dinheiro que poderia estar sendo trocado por apoio à governadora Ana Júlia Carepa, candidata à reeleição. Dos 31 associados da Amat que tiveram os convênios analisados pela reportagem, Conceição do Araguaia e Xinguara, administradas pelo PT, foram as mais bem aquinhoadas até agora. Conceição do Araguaia assinou dois convênios com o Estado para pavimentação de ruas. O valor total foi de R$ 5,9 milhões. Já foram liberados R$ 2,9 milhões. Xinguara, administrada pelo petista David Passos, foi uma das poucas cidades que recebeu metade do valor total previsto para ser repassado pelo Estado. O município assinou dois convênios que somam R$ 6 milhões e já recebeu R$ 3 milhões. BNDESOs outros municípios petistas da região beneficiados foram Jacundá, Parauapebas e Sapucaia. Com Jucundá foram assinados três convênios para pavimentação de ruas, recuperação de vicinais e compra de uma caminhonete cabine dupla para a prefeitura. Já foram liberados R$ 115 mil. O maior volume - cerca de R$ 1,5 milhão - ainda está a liberar. Para Parauapebas foram liberados R$ 100 mil de um total de R$ 5,6 milhões. Sapucaia recebeu R$ 100 mil e ainda tem R$ 1,6 milhão a receber. O detalhe é que enquanto prefeitos não aliados reclamam por estarem sendo discriminados os petistas também têm queixas. Eles criticam o ritmo de pagamento de convênios, considerado lento. Na região sul do Estado, o governo liberou recursos também para Abel Figueiredo, administrado pelo PP do deputado federal Gerson Peres, e para Breu Branco e Marabá, administradas pelo PR do candidato a vice-governador, Anivaldo Vale. Saíram recursos também para Cumaru do Norte (PDT) e para Redenção (PTB). Todos esses municípios são administradas por prefeitos filiados a partidos que estão na coligação “Frente Popular Acelera Pará”, que tem Ana Júlia como candidata. “Nenhum prefeito da oposição recebeu recursos no sul do Estado”, diz um prefeito que não quer ser identificado. Dos partidos que estão fora da aliança governista, apenas o PMDB teve prefeituras beneficiadas: Água Azul do Norte e Curionópolis, para onde foram liberados R$ 100 mil - R$ 50 mil para cada uma. Pelo projeto que autorizou o Estado a contrair o empréstimo de R$ 366 milhões junto ao BNDES, 51% devem ser destinados às prefeituras. Os recursos do BNDES só vão cair na conta do Estado por volta de 15 de agosto. Porém, com o período eleitoral batendo às portas, o governo decidiu antecipar parte do dinheiro usando para isso recursos do próprio Tesouro e do Fundo de Desenvolvimento do Estado (FDE). A expectativa é que o restante seja liberado tão logo o recurso caia na conta do Estado, mas só poderá ir para obras já licitadas e convênios em andamento. Quem não atende a essa condição poderá apontar áreas para que o governo faça o investimento direto ou poderá aguardar o fim das restrições da lei eleitoral para receber os recursos. Adicionar uma legenda Mais uma da Ana Jujuba Capeta... Domingo, 01/08/2010, 10h43 Convênios com o Estado só favorecem o PT Prefeitos da oposição denunciam: o governo do Estado estaria usando convênios feitos a partir do empréstimo de R$ 366 milhões, contraído junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), para beneficiar municípios administrados por partidos aliados e principalmente para favorecer prefeituras do Partido dos Trabalhadores (PT). Levantamento feito pela reportagem, a partir do cruzamento de informações do Diário Oficial com dados fornecidos pela Associação dos Municípios do Araguaia e Tocantins (Amat), revela que na região sul do Estado há indícios fortes de discriminação de prefeitos não alinhados ao governo. A análise dos convênios publicados e dos valores liberados mostrou que, dos 38 municípios associados à Amat, 31 tiveram convênios assinados e publicados antes do início da proibição por conta do calendário eleitoral. O valor total desses convênios somaria cerca de R$ 70 milhões. O governo liberou, até agora, 10% desse valor - cerca de R$ 7 milhões. O detalhe é que do total liberado, 86% foram repassados para cinco prefeituras do PT. Temendo represália, prefeitos ouvidos pelo DIÁRIO preferiram não ser identificados, mas afirmaram que há preocupação com esse padrão de distribuição dos recursos que, se for mantido, prejudicará cidades administradas por adversários políticos do governo. A suspeita é de uso eleitoreiro do dinheiro que poderia estar sendo trocado por apoio à governadora Ana Júlia Carepa, candidata à reeleição. Dos 31 associados da Amat que tiveram os convênios analisados pela reportagem, Conceição do Araguaia e Xinguara, administradas pelo PT, foram as mais bem aquinhoadas até agora. Conceição do Araguaia assinou dois convênios com o Estado para pavimentação de ruas. O valor total foi de R$ 5,9 milhões. Já foram liberados R$ 2,9 milhões. Xinguara, administrada pelo petista David Passos, foi uma das poucas cidades que recebeu metade do valor total previsto para ser repassado pelo Estado. O município assinou dois convênios que somam R$ 6 milhões e já recebeu R$ 3 milhões. BNDESOs outros municípios petistas da região beneficiados foram Jacundá, Parauapebas e Sapucaia. Com Jucundá foram assinados três convênios para pavimentação de ruas, recuperação de vicinais e compra de uma caminhonete cabine dupla para a prefeitura. Já foram liberados R$ 115 mil. O maior volume - cerca de R$ 1,5 milhão - ainda está a liberar. Para Parauapebas foram liberados R$ 100 mil de um total de R$ 5,6 milhões. Sapucaia recebeu R$ 100 mil e ainda tem R$ 1,6 milhão a receber. O detalhe é que enquanto prefeitos não aliados reclamam por estarem sendo discriminados os petistas também têm queixas. Eles criticam o ritmo de pagamento de convênios, considerado lento. Na região sul do Estado, o governo liberou recursos também para Abel Figueiredo, administrado pelo PP do deputado federal Gerson Peres, e para Breu Branco e Marabá, administradas pelo PR do candidato a vice-governador, Anivaldo Vale. Saíram recursos também para Cumaru do Norte (PDT) e para Redenção (PTB). Todos esses municípios são administradas por prefeitos filiados a partidos que estão na coligação “Frente Popular Acelera Pará”, que tem Ana Júlia como candidata. “Nenhum prefeito da oposição recebeu recursos no sul do Estado”, diz um prefeito que não quer ser identificado. Dos partidos que estão fora da aliança governista, apenas o PMDB teve prefeituras beneficiadas: Água Azul do Norte e Curionópolis, para onde foram liberados R$ 100 mil - R$ 50 mil para cada uma. Pelo projeto que autorizou o Estado a contrair o empréstimo de R$ 366 milhões junto ao BNDES, 51% devem ser destinados às prefeituras. Os recursos do BNDES só vão cair na conta do Estado por volta de 15 de agosto. Porém, com o período eleitoral batendo às portas, o governo decidiu antecipar parte do dinheiro usando para isso recursos do próprio Tesouro e do Fundo de Desenvolvimento do Estado (FDE). A expectativa é que o restante seja liberado tão logo o recurso caia na conta do Estado, mas só poderá ir para obras já licitadas e convênios em andamento. Quem não atende a essa condição poderá apontar áreas para que o governo faça o investimento direto ou poderá aguardar o fim das restrições da lei eleitoral para receber os recursos

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